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Cadela usa padrões internacionais para encontrar professor mineiro no ES 0 Comentário(s)

Por Mariana Seman Ribeiro, em 14/07/2017 às 14:50

A equipe de resgate do Corpo de Bombeiros do Espírito Santo que encontrou o professor mineiro Antônio Teodoro Dutra Júnior, desaparecido no Parque Nacional do Caparaó, em Ibitirama, disse que a cadela farejadora Beck seguiu uma técnica de padrões internacionais para chegar até a vítima, nesta quinta-feira (13).

“Nós não trabalhamos com um odor específico, de dar uma roupa para o cão sentir um odor e procurá-lo. O cão procura o odor do ser humano. As partículas de odor são dissipadas pelo vento, no ar, e o cão busca essas partículas de odor”, falou o sargento Beltrão, do Corpo de Bombeiros.

Rosca, como é conhecido, fazia uma trilha até o Pico da Bandeira, em Dores do Rio Preto, mas se perdeu no domingo (9). Ele foi encontrado após uma cadela farejadora guiar a equipe de bombeiros até o local. Segundo o Corpo de Bombeiros, ele foi resgatado lúcido e bem.

Segundo o sargento, sem a presença dos cães, é possível que o professora não tivesse sido encontrado. “A cadela passou por uma série de treinamentos, foi preparada para atender essa ocorrência, foi certificada. Ela passou por situações no seu treinamento e sua avaliação semelhantes àquela área de busca”, disse.

O cabo Breno, guia da cadela Beck, que estava de férias, contou que, primeiro, acharam as meias do professor desaparecido.

“A gente ia seguir reto a trilha e a cadela pegou a direita, à margem do rio. Nós fomos ver onde ela estava e vimos que ela havia encontrado o local a vítima tinha passado a noite, porque vimos meias por lá. De lá, nós retornamos às buscas na margem do rio e encontramos a vítima sentada, mexendo na mochila. Foi uma surpresa para ela e para a gente também”, afirmou.

Para o capitão Heitor, é necessário se preparar para entrar no Parque Nacional do Caparaó, já que é uma área com acessos difíceis.

“Tem que se preparar para o frio, levar uma alimentação leve, mas que seja energética, calórica, como chocolate, barra de cereal, mariola, que são de fácil carregamento e proporcionam uma reposição energética mais fácil para quem está subindo o parque”, destacou o bombeiro.

Desaparecimento

O professor estava na companhia de um amigo do grupo, que conseguiu sair do parque no domingo e avisou, na portaria, que Antônio continuava perdido.

Os amigos disseram que ele é experiente e já tinha feito o trajeto outras vezes.

O amigo de Rosca, o comerciante de Guarapari Breno Alisson de Souza, que já fez esta trilha com o professor, acredita que ele tenha se perdido por causa da forte neblina que pairou na região neste fim de semana. “Foram condições adversas. Muito frio. Pelo Espírito Santo, (o trajeto) é muito traiçoeiro”, disse.

Antonio é de Manhuaçu, Minas Gerais. A família dele foi até o parque, na segunda-feira (10), para acompanhar as buscas.

A família chegou ao parque, na segunda, e acompanhou as buscas.

Fonte: G1

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Sobre o Autor

Mariana Seman Ribeiro

Paulistana, taurina, jornalista por formação e coração, mãe coruja do Davi e apaixonada por cachorros, em especial, por um sem vergonha chamado Bethoven! Espero poder dividir com vocês histórias incríveis sobre as minhas experiências com os cães e também contar novidades, curiosidades e dar dicas para cuidar cada vez melhor dos nossos fiéis amigos!

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